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Apoio europeu à ofensiva contra o Irã expõe divergência interna

Os principais países da Europa vem apoiando politicamente ou mesmo de defesa, aos esforços de Israel e dos Estados Unidos (EUA) na guerra contra o Irã para promover uma “mudança de regime”.

Mapa mostrando regiãoi da Europa.(Foto: Unsplash)

Reino Unido, França e Alemanha não condenaram os ataques contra Teerã, que violam o direito internacional, mas justificaram a guerra atribuindo ao Irã a responsabilidade pela deflagração do conflito. Além disso, as potências europeias exigiram que o país persa aceite as condições impostas por EUA e Israel.

Conforme o direito internacional, o uso da força é permitido somente por meio de autorização do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

O Reino Unido não condenou os ataques contra o Irã, mas condenou as retaliações de Teerã contra bases dos EUA no Oriente Médio. Ao mesmo tempo, Londres fornece suporte logístico das bases britânicas na região para os americanos.

Já a França, ao mesmo tempo que promete aumentar o próprio estoque de ogivas nucleares, condena o programa nuclear iraniano, que seria para fins pacíficos. No entanto, o presidente Emmanuel Macron enviou dois navios de guerra para o Oriente Médio, para participação em “operações defensivas” europeias.

Em declaração conjunta, Alemanha, França e o Reino Unido exigiram o fim dos “ataques imprudentes” do Irã e informaram que tomarão as ações “defensivas” necessárias para “destruir a capacidade do Irã de lançar mísseis e drones em sua origem”.

Por sua vez, Portugal deu autorização para os EUA usarem as bases militares dos portugueses no Açores, e a Itália tem costurado apoio de defesa aos países do Golfo, além de criticar a “repressão” do Irã contra a população civil.

* Com informações da Agência Brasil.

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